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Crédito em subida no prelúdios de 2019




Por Marcel Balassiano, publicado pelo Instituto Liberal

No primícias deste ano, a crédito está em subida, tanto dos consumidores quanto dos empresários. Percebe-se pelas pesquisas das Sondagens da FGV que a percepção positiva em relação à economia está melhor agora do que no prelúdios do ano de 2015, quando a ex-presidente Dilma Rousseff iniciava seu segundo procuração.

Em janeiro de 2015, o índice de crédito dos consumidores havia recuado 17,5% em relação ao mesmo período do ano anterior e o índice de crédito dos empresários,[1]  13,1%. Agora, no primeiro mês do novo governo, a crédito, tanto dos consumidores quanto dos empresários, está maior do que há um ano (8,7 e 4,7%, respectivamente), conforme o Gráfico 1. Já o Gráfico 2 mostra a variação do índice de expectativas, também muito mais favorável agora do que em relação ao período anterior.

Na Sondagem da Expectativa do Consumidor, há uma pergunta sobre a situação econômica lugar futura – se, nos próximos seis meses, ela estará melhor, igual ou pior. Também há uma pergunta sobre o serviço lugar horizonte – se, nos próximos seis meses, conseguir ofício estará mais fácil, igual, ou mais difícil. Conforme os Gráficos 3 e 4 mostram, mais de 50% dos respondentes acreditam que a situação econômica nos próximos seis meses estará melhor (contra 17,5% no prelúdios de 2015). Já os que estão pessimistas recuaram de quase 40% para menos de 10%. Se perguntado sobre conseguir tarefa nos próximos seis meses, para mais de 45% estará mais fácil, quase três vezes mais do que no início do governo Dilma 2. Já entre os que acreditam que será mais difícil, somente 13% responderam nessa risco, três vezes menos do que em janeiro de 2015.

Na pesquisa da Crédito Empresarial, na pergunta sobre a tendência dos negócios (para o horizonte), mais de 50% dos respondentes foram na direção positiva (melhor) na pesquisa de janeiro de 2019. No prelúdios de 2015, menos de 30% estavam otimistas. Exclusivamente 5,7% consideram que a tendência dos negócios estará pior daqui por diante, número quase quatro vezes menor do que no início do segundo mantado da ex-presidente Dilma Rousseff.

Logo, pelo menos do lado da crédito e, principalmente, em relação ao horizonte, as notícias são positivas. Esse aumento da crédito, que também pode ser observado no câmbio, risco e na bolsa (o real se fortaleceu 6%, o CDS de 5 anos recuou 20% e o Ibovespa subiu 11% no primeiro mês do ano em relação ao término de 2018), somado aos efeitos defasados da política monetária, possivelmente vão ajudar na recuperação da economia, que está sendo lenta e gradual. Depois de crescer por volta de 1% nos anos posteriores da recessão (2017 e 2018), leste ano as projeções indicam um desenvolvimento maior, perto de 2,5%. Se a reforma da previdência passar, serão mais notícias positivas no horizonte!!

Leste cláusula foi originalmente publicado pelo Blog do IBRE em 06/02/19.

[1]  O Índice de Crédito Empresarial (ICE) agrega os dados das sondagens da Indústria de Transformação, Serviços, Negócio e Construção. Os segmentos cobertos pelas pesquisas representam mais de 50% da economia pátrio.





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